sexta-feira, 19 de março de 2010

[NOTÍCIA] Caatinga teve 16,57 mil km² desmatados em seis anos

  Brasília - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou hoje (2) que de 2002 a 2008 foram desmatados 16.576 quilômetros quadrados na Caatinga, o que equivale a 2% do bioma no país. A área de Caatinga, mapeada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é de 826.411,23 quilômetros quadrados. Desses, 45,39% não existem mais.
  Para o ministro, o número é muito alto. "Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga".
  Os estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9 mil quilômetros quadrados em seis anos.

 Fonte: Lisiane Wandscheer, http://www.agenciabrasil.gov.br/?q=node/1147 (original brasileiro)
  
  Reflexão:
  Actualmente, a humanidade enfrenta uma grande dificuldade que apenas a natureza consegue resolver: eliminar o CO2 da atmosfera. E como é que a natureza resolve?
   Como já aprendemos, na fotossíntese, a planta absorve CO2 e emite O2. Apenas as plantas (e o recente animal descoberto) conseguem fazer a fotossíntese e, portanto, todos os seres à face da terra necessitam de oxigénio (plantas incluídas, durante o período em que falta luz). Portanto, sem O2 não há vida na terra.
  Esta notícia é uma decepção para todos, pois nesta floresta está a ser destruída parte das árvores da terra, parte dos "pulmões" da terra.
  Deve-se combater este tipo de atitudes e aplicar medidas para que tais atitudes não sejam tomadas.

Por: Fábio Costa

terça-feira, 16 de março de 2010

[NOTÍCIA] "Actividade sísmica que abala o Mundo é «coincidência»"

Especialista garante que não há explicação científica nem motivos para alarme

  Ainda esta madrugada um terramoto de grau 6.0 na escala de Richter acordou a Turquia. O Chile está devastado com o sismo de 8.8 de magnitude do mês passado. Ao violento sismo 7.0 registado em Janeiro no Haiti, soma-se um semelhante no Japão durante o mesmo mês.
  A terra não tem parado de tremer mas Maria da Conceição Neves, especialista em Sismologia da Universidade do Algarve, garantiu à Lusa que a actividade sísmica que se tem registado nos últimos meses um pouco por todo o mundo é “perfeitamente normal” e uma “coincidência”.
  O sismo que por volta das 4h30 da madrugada sacudiu a província de Elazig, no leste da Turquia, a 500 quilómetros de Ancara, terá feito pelo menos 51 mortos e 70 feridos, números ainda provisórios que poderão aumentar no decorrer das buscas.
  Para a investigadora, o facto de haver uma sequência de sismos violentos − sendo o do Chile o mais raro, por haver poucos com aquela magnitude − é apenas uma "coincidência" no tempo e no espaço, já que os abalos têm ocorrido sobretudo em zonas povoadas.

  Escalas de milhões de anos
  "Mais de 90 por cento da actividade sísmica situa-se ao longo das cristas oceânicas onde não há estragos", referiu a investigadora, frisando que as zonas de subdução (área onde duas placas tectónicas convergem) estão "sempre" a ser atingidas.
  "Não me parece que haja mais sismos agora do que havia antes, são fenómenos naturais que estão sempre a acontecer", considerou, acrescentando que o facto de se viver numa era global contribui para que estes acontecimentos sejam mais falados.
  "Não há um motivo científico para explicar um maior número de sismos, até porque as escalas geológicas têm por referência períodos de milhões de anos", disse a investigadora, frisando não haver "motivo para alarme".”

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40396&op=all

  Reflexão:
  Apesar da ocorrência de vários sismos com grande magnitude não há qualquer fenómeno associado a esta situação. É apenas uma coincidência, tal como diz a notícia.
  Há ocorrência de sismos todos os dias, nas zonas das cristas oceânicas, principalmente, não portanto razão para alarme. Apenas é uma coincidência ter acontecido vários sismos próximos, em locais povoados. Se tivessem ocorrido em zonas inóspitas, não haveria metade dos estragos.
Por: Ana Pires

[NOTÍCIA] "Medusa biologicamente imortal"

Turritopsis nutricula consegue rejuvenescer-se em ciclos aparentemente infinitos

  A maior parte das medusas normalmente morre após o estágio reprodutivo, mas aTurritopsis nutriculareverte para um estágio sexualmente imaturo depois de atingir a idade adulta e é capaz de rejuvenescer-se.
  A criatura de quatro a cinco milímetros é tecnicamente conhecida como um hidrozoário e é o único animal conhecido com capacidade de reverter ao seu estado pólipo juvenil. Teoricamente, este ciclo pode repetir-se indefinidamente, tornando-a potencialmente imortal.
  Encontrada nas águas quentes de climas tropicais, acredita-se que a Turritopsis possa estar espalhada pelo mundo. Embora solitárias, estas medusas são criaturas predadoras e assexuadas a partir do estado maduro.
Esta medusa e a reversão do seu processo de envelhecimento é agora foco de pesquisa de biólogos marinhos e geneticistas, de modo a tentar perceber o processo de transformação de um tipo de células noutro.
  Há também muitos interessados em saber como é que se processa este ciclo, talvez na tentativa de encontrar um elixir da juventude. A mudança de procedimento das células é normalmente observada em casos de regeneração de órgão. Contudo, isto parece ocorrer no ciclo normal de vida e em todo o organismo da Turritopsis.”

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40528&op=all

  Reflexão:
  Este animal veio acrescentar mais uma surpresa para os homens. Quando se debate tanto sobre a beleza, sobre o sermos belos e jovens, nunca envelhecer, eis que sabemos que há pelo menos um ser vivo que é imortal. Vem adicionar mais um “porquê?” à ciência e apimentar mais a curiosidade do mundo científico, perante estes animais. Como classificar um ser vivo que nunca morre?

Por: Ana Pires

[NOTÍCIA] "Pais super-protectores podem levar a doença neurocerebral"

Pais super-protectores podem inibir mais que a liberdade dos seus filhos.
Um estudo revela que a constante atenção e limitação pode levar a que desenvolvam lentamente uma área do cérebro responsável por doenças mentais.
Crianças que sejam demasiado protegidas ou negligenciadas pelos pais são susceptíveis de desenvolverem problemas de ordem psiquiátrica – associados a um defeito no córtex pré-frontal.


  Para o estudo, Kosuke Narita, da Universidade de Gunma (Japão), testou o cérebro de 50 voluntários por ressonância magnética (scanner) e, ao mesmo tempo, pedia-lhes para responderem a um inquérito sobre as suas relação com os progenitores durante os primeiros 16 anos de vida.
  O questionário utilizado para o trabalho de investigação é internacionalmente reconhecido como meio de medição de relações entre pais e filhos – chamado de Parental Bonding Instrument (Instrumento de ligação parental). O objectivo é avaliar os progenitores através de afirmações como: “Não me querem deixar crescer”, “Controlam tudo aquilo que faço” e “Tentam fazer com que dependa dele/dela para tudo”.
  A equipa de investigação de Narita descobriu que aqueles que tinham este tipo de pais mostravam menos matéria cinzenta numa determinada área do córtex pré-frontal do que os que tinham relações familiares saudáveis. A negligência por parte do pai também está ligada a essa zona do cérebro.

  Anomalias
  Esta área específica do córtex cerebral desenvolve-se durante a infância, e apenas se costumam verificar anomalias em pessoas que sofram de esquizofrenia ou outras doenças do foro psiquiátrico. Segundo Kosuke Narita, o excesso de stress que a hormona cortisol emana, devido à negligência ou ao excesso de atenção, reduz a produção de dopamina e como resultado vai atrofiando o crescimento da massa cinzenta.
  Contudo, investigadores australianos, embora não refutem de toda a teoria de Narita, consideram que há outros factores muito mais importantes. Anthony Harris, director da Unidade de Desordem Clínica, do Hospital de Westmead, em Sydney (Australia), consente que o estudo japonês seja grande utilidade, mas acrescenta que as diferenças no cérebro não são permanentes e podem modificar com o tempo.”

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40567&op=all

  Reflexão:
  Já se sabia que pais demasiado protectores criam filhos excessivamente medrosos e pouco autónomos. Agora, um estudo japonês veio, de certa forma, confirmar o que já se suponha saber: crianças demasiado protegidas, passando pelas as negligenciadas têm menos massa cinzenta, numa determinada zona do córtex pré-frontal. Isto deve-se ao excesso de stress que a hormona cortisal emana, reduzindo a produção de dopamina, o que leva ao desenvolvimento de doenças mentais.
  Por outro lado, temos investigadores Australianos a dizerem que a teoria apresentada não está totalmente correcta. Faltam aspectos importantes que podem levar ao desenvolvimento destas doenças. Além disso, estas diferenças no cérebro podem ser modificadas ao longo do tempo e não são permanentes.

Por: Ana Pires

domingo, 14 de março de 2010

[NOTÍCIA] Tempestade na Praia do Guincho

  Os ventos ciclónicos que atingiram os 140 quilómetros por hora no passado sábado, 27 de Fevereiro, e a agitação do mar transformaram a praia do Guincho, em Cascais. No lugar do areal raso até ao mar há agora uma autêntica falésia de areia. (Isabel Nery)
Fonte: 04 de Março de 2010, http://aeiou.visao.pt/fotos-tempestade-altera-praia-do-guincho=f550575
 
  Reflexão:
  Acho que as imagens mostram bem a força da Natureza. As modificações que ela faz em si mesma.

"É triste pensar que a natureza fala e que o ser humano não a ouve." Anónimo.
  O que posso concluir? Todas estas catástrofes que têm assolado o nosso Planeta são fruto das acções humanas, são gritos da Natureza, dessa Natureza viva que todos os dias desprezamos. Esta na hora de nos ouvir-mos mutuamente.
Por: Dulce Teixeira, ao serviço do planeta.

[VÍDEO] Campanha Publicitária WWF - Brasil 2007



  Acho que este video mostra em animação aquilo que se passa realmente no mundo actual. Mostra as consequências da acção de um simples ser Humano, ser pensante que para seu beneficio destrói o que o planeta lhe proporciona. Tem uma mensagem muito clara : conserve o planeta, ou o que resta dele.
Por: Dulce Teixeira, ao serviço do planeta.