sexta-feira, 16 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

domingo, 28 de março de 2010

BOA PÁSCOA

OS BIOLOGUISTAS DESEJAM UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA A TODOS!

segunda-feira, 22 de março de 2010

[GEOLOGIA] Algumas definições!

  Ordenamento do território ->conjunto de processos integrados de organização do espaço biofísico, tendo como objectivo a sua ocupação, utilização e transformação de acordo com as capacidades referidas.
  Zonas de risco -> zonas onde é mais propicio a ocorrência de catástrofes, fenómenos naturais com elevadas consequências.
    • Sabendo que nas zonas de risco a probabilidade da ocorrência de fenómenos que podem colocar bens materiais e até a vida humana em risco ser elevada, é necessário um conjunto de medidas que previna futuras complicações e até mesmo desgraças. Com o ordenamento de território é possível fazer uma gestão saudável dos recursos, isto é, construir em zonas que não ponham a morfologia de um dado local em causa, ter em atenção às transformações que se fazem ao local, para que a coabitação entre o homem e o espaço envolvente seja pacífica.
  Bacia hidrográfica -> área do território drenada por uma rede fluvial.
  Rede hidrográfica -> conjunto de todos os cursos de água ligados a um rio principal.
  Leito menor ou de estiagem -> área mais profunda do canal fluvial ocupada por uma menor quantidade de água.
  Leito ordinário ou aparente -> sulco por onde normalmente correm as águas e os materiais que transportam.
  Leito de cheia ou de inundação -> espaço que é inundado em época de cheias, quando o nível das águas ultrapassa o leito ordinário.
  Erosão marinha -> formas de erosão que resultam do desgaste provocado pelo impacto dos movimentos   das águas do mar sobre a costa.
  Praia -> acumulação de areia na faixa litoral. 
  Restinga -> acumulação de areia ligada à faixa litoral por uma das suas extremidades e com a outra livre.
  Tômbolo -> acumulação de areia que liga uma praia a uma ilha.
  Ilha-barreira -> acumulação de areia paralela à costa e dela separada por uma lacuna.

Por: Ana Pires

[NOTÍCIA] Cientistas criam protótipo do "manto da invisibilidade"

  Cientistas europeus criaram uma espécie de manto tridimensional capaz de esconder objectos por meio da emissão de ondas de luz.

  A "magia" de Harry Potter pode estar próxima de se tornar realidade. Cientistas europeus criaram uma espécie de manto tridimensional capaz de esconder objectos por meio da emissão de ondas de luz, o que pode significar que em pouco tempo será possível tornar objectos "invisíveis".
  Para o estudo, cientistas do German Karlsruhe Institute e do Imperial College London usaram um manto feito de cristais capazes de modificar o deslocamento da luz visível. Os cientistas usaram o manto para esconder uma pequena saliência numa superfície de ouro e a operação funcionou como se um pequeno objecto fosse escondido sob um tapete. No entanto, nesse caso, o tapete também desapareceu.
  "Por agora, estes dispositivos são uma comprovação do que as transformações ópticas são capazes", disse Tolga Ergin, coordenador do estudo. "Isto é muito animador, porque a espécie humana sempre desejou ser invísivel, ou usar mantos de invisibilidade", acrescentou.
  Ergin destaca, porém, que ainda serão necessários anos de pesquisa. "É difícil saber o que o futuro reserva, mas o caminho definitivamente está definido e as possibilidades são muitas", finalizou o pesquisador.
  O estudo foi publicado na revista especializada Science.

Fonte: http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=55850

  Reflexão
  Não foi há muito tempo que se falou na hipótese de criar um manto de invisibilidade, criando expectativa pelo filme "Harry Potter". Nunca se considerou a ideia como podendo vir, algum dia, ver a ser realidade mas agora, cerca de 10 anos após a saída do filme, os cientistas conseguiram  fazer um protótipo do que poderá vir a ser, no futuro, uma "engenhoca" muito poderosa no combate, por exemplo, à criminalidade.
 É um desenvolvimento fantástico, e deixo já os meus sinceros parabéns aos criadores deste protótipo, pois de facto merecem.

Por: Fábio Costa

[AULA DE CAMPO] Ocupação antrópica e Risco geológico

  Rio Vez – Arcos de Valdevez
  O primeiro ponto de paragem da aula de campo, ocorrida no dia 11 de Março deste ano, foi em Arcos de Valdez, mais concretamente nas margens do rio Vez.
  Como já é do nosso conhecimento, num rio podem ser distinguidos três tipo de leitos (espaço que pode ser ocupado pelas águas): leito ordinário (sulco por onde normalmente correm as águas e os materiais que transportam), leito de cheia (espaço que é inundável em época de cheia, quando o nível das águas ultrapassa os limites do leito ordinário) e leito de estiagem (área mais profunda do canal fluvial ocupada por uma menor quantidade de área).
  No rio Vez, no local da sua margem, podem ser constatados vários conceitos geológicos, associados à ocupação antrópica. O rio estava com um leito ordinário, isto é, ocupava o seu sulco habitual, porém nós próprios estávamos no leito de inundação. Foi possível chegar a este juízo, já que no local em que nos encontrávamos havia vários detritos provenientes do rio. Entre esses detritos destacam-se areia e vários tipos de rocha, estando estes espalhados e amontoados ao longo de toda a margem.
  Não obstante existiam indícios de “mão humana” (vestígios antropológicos), tais como: iluminação eléctrica, jardins, cercas, entre outras. Dá-se, mesmo, neste local a feira local, desde 1946.
  Apesar de ser errado ocupar o leito de cheia, poderia ser bem pior se nesta área existisse a construção de edifícios, pois a possibilidade de ocorrência de cheias o leito de cheias iria ficar inundado, por conseguinte haveria estragos materiais e até, eventualmente, perdas de vidas humanas.

  Observação da derrocada em Frades
  No passado dia 11 de Março realizou-se uma aula de campo, numa das suas paragens foi-nos possível observar os resultados de um movimento em massa. Este ocorreu em Frades, freguesia de Arco de Baúlhe.
  É de nosso conhecimento que se designam por movimentos em massa quaisquer movimentações de rocha numa superfície inclinada. São acontecimentos erosivos e alteram significativamente a paisagem. Por vezes estas movimentações são tão lentas que o Homem não se apercebe delas, porém, outras, como ocorreu em Frades são súbitas e atingem velocidades na ordem da centena de km/h. As consequências para o Homem são desastrosas e provocam ocasionalmente catástrofes, englobando a perda de vidas humanas e prejuízos materiais significativos.
  Em Frades, dia 7 de Dezembro de 2000 após um período intenso de chuvas deu-se um movimento de massa súbito. Este causou a morte a quatro pessoas e á destruição de casas na vertente.
  Após este acontecimento os habitantes queriam recomeçar as construções de casas, assim, verifica-se o desconhecimento das consequências e da gravidade da situação. Por isso, foram elaboradas cartas de ordenamento de território, estas determinam as áreas para habitação, de agricultura, de interesse ecológico. Também foram elaboradas cartas de risco geológico e aquela zona acabou por ser considerada de risco elevado, ficando os habitantes sem autorização para a reconstrução das casas.
  Tudo isto aconteceu em 2000, porém, 10 anos passados, ainda é possível observar-se onde se deu o movimento. Na aula foi-nos possível ver o movimento em duas paragens. Na primeira estivemos no foco do mesmo. Na segunda paragem vimos a “cicatriz” que aquele movimento deixou na encosta.
  Na minha opinião este foi um local de paragem que nos mostrou que o Homem, apesar de cientificamente avançado, não consegue controlar a força da Natureza. Porém, é-lhe possível prevenir futuras catástrofes por um melhoramento das medidas de prevenção, pela criação de cartas de ordenamento de território e cartas de risco geológico. Estas, ajudarão as populações a estarem preparadas para catástrofes e a saberem agir no caso delas acontecerem.

  Caus de blocos na Serra D’Arga
  Durante a aula de campo, podemos ainda observar a Serra d’Arga.
  Esta é constituída essencialmente por granito, uma rocha magmática intrusiva formada por diversos minerais, os principais são: o quartzo, as micas e os feldspatos.
  Já abordámos nas aulas de geologia o processo de meteorização do granito.
  Foi possível, durante a aula, observar de perto o resultado da meteorização e erosão do granito.
Como podemos observar na imagem existem vários blocos de granito que se encontram separados, devido a processos de meteorização e erosão.
  Este efeito é mais notável em rochas granulares, como o granito. Esta rocha sofre, ao longo de milhares de anos, deformações e pressões em profundidade, e quando encontra a superfície (através de movimentos tectónicos e/ou remoção das camadas suprajacentes) fica sujeita aos agentes erosivos.
  Os maciços graníticos apresentam inúmeras superfícies de fractura, chamadas diáclases (formadas por tensões internas ou descompressões), estas fracturas favorecem a alteração da rocha uma vez que aumentam a exposição da mesma. Assim os seus minerais perdem a coesão e desagregam-se mais facilmente. As diáclases podem aumentar o seu tamanho através da actuação da água, que por acção do efeito do gelo, isto é se por causa do abaixamento de temperatura a água solidifica no interior da rocha, provoca uma maior desagregação da mesma.
  Durante todo o processo de meteorização minerais primários da rocha são desagregados e por isso podem ser facilmente arrastados da mesma, fazendo com que esta fique mais arredondada, dando origem a uma paisagem que se designa por caos de blocos.
  Estas “bolas de rocha” ficam expostas à erosão continuamente, mas as alterações começam a ser menos visíveis uma vez que toda a superfície passa a ser atacada por uma força uniforme.
  Nesta passagem pela Serra d’Arga podemos observar esta paisagem e, como se visualiza na imagem, constatamos que existem blocos mais arredondados do que outros, demonstrando a actividade geológica do nosso planeta que se caracteriza por ser progressiva e muito lenta.

  Linha Costeira de Ofir e Apúlia
  Já na recta final da nossa visita de estudo, visitámos as praias de Ofir e Apúlia. Nestas praias, observou-se claramente o avanço do mar nas praias e, também, consequências dos esporões.
  Quem viu o mar e quem o vê! Actualmente, a área costeira nestas praias está muito menor que há cerca de 10 anos atrás, em que o mar se distanciava umas boas centenas de metros do mar e, actualmente, são apenas algumas dezenas de metros de areal. O mar tomou grande parte das praias portuguesas e, tanto a praia de Ofir como a de Esposende e Apúlia, são testemunhas vivas disso. Tais avanços devem-se à intensiva erosão costeira, provocada pela subida do nível médio das águas do mar e pela redução dos sedimentos depositados do mar (consequência de, por exemplo, construções de barragens).
  Verificámos, em Ofir, a existência de estruturas que evitavam o avanço do mar em algumas zonas mas, em consequência, prejudicava outras zonas. Mesmo em frente às “Torres de Ofir”, estava construído um esporão que acumulava sedimentos no local, aumentando o areal da praia mas, consequentemente, diminuindo o areal das praias a jusante do mesmo e prejudicando as populações que se situavam nesse mesmo local (a sul).
  De todas as consequências que se verificam do avanço do litoral, destacam-se as que afectam as construções que estão muito perto do areal (Torres de Ofir, por exemplo). Estas construções, ao verificar-se o avanço do mar, ficam em perigo de derrocada, pois o areal da praia diminui até afectar o areal que está na base das torres, afectando as suas estruturas e segurança. Pior que isto, é o facto da construção de estruturas na tentativa de evitar o avanço do mar (esporões, por exemplo), que só ajuda a situação no local mas prejudica gravemente os locais seguintes à construção.
  Em suma, não há nada que consiga combater a força da natureza. De certo modo, esta força é provocada por nós, humanos, através do aquecimento global e da construção de barragens (entre outros), por isso, só estamos a ser vítimas das consequências dos nossos erros. A Natureza deve ser preservada, para que ela nos preserve a nós.

sexta-feira, 19 de março de 2010

[NOTÍCIA] Caatinga teve 16,57 mil km² desmatados em seis anos

  Brasília - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou hoje (2) que de 2002 a 2008 foram desmatados 16.576 quilômetros quadrados na Caatinga, o que equivale a 2% do bioma no país. A área de Caatinga, mapeada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é de 826.411,23 quilômetros quadrados. Desses, 45,39% não existem mais.
  Para o ministro, o número é muito alto. "Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga".
  Os estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9 mil quilômetros quadrados em seis anos.

 Fonte: Lisiane Wandscheer, http://www.agenciabrasil.gov.br/?q=node/1147 (original brasileiro)
  
  Reflexão:
  Actualmente, a humanidade enfrenta uma grande dificuldade que apenas a natureza consegue resolver: eliminar o CO2 da atmosfera. E como é que a natureza resolve?
   Como já aprendemos, na fotossíntese, a planta absorve CO2 e emite O2. Apenas as plantas (e o recente animal descoberto) conseguem fazer a fotossíntese e, portanto, todos os seres à face da terra necessitam de oxigénio (plantas incluídas, durante o período em que falta luz). Portanto, sem O2 não há vida na terra.
  Esta notícia é uma decepção para todos, pois nesta floresta está a ser destruída parte das árvores da terra, parte dos "pulmões" da terra.
  Deve-se combater este tipo de atitudes e aplicar medidas para que tais atitudes não sejam tomadas.

Por: Fábio Costa

terça-feira, 16 de março de 2010

[NOTÍCIA] "Actividade sísmica que abala o Mundo é «coincidência»"

Especialista garante que não há explicação científica nem motivos para alarme

  Ainda esta madrugada um terramoto de grau 6.0 na escala de Richter acordou a Turquia. O Chile está devastado com o sismo de 8.8 de magnitude do mês passado. Ao violento sismo 7.0 registado em Janeiro no Haiti, soma-se um semelhante no Japão durante o mesmo mês.
  A terra não tem parado de tremer mas Maria da Conceição Neves, especialista em Sismologia da Universidade do Algarve, garantiu à Lusa que a actividade sísmica que se tem registado nos últimos meses um pouco por todo o mundo é “perfeitamente normal” e uma “coincidência”.
  O sismo que por volta das 4h30 da madrugada sacudiu a província de Elazig, no leste da Turquia, a 500 quilómetros de Ancara, terá feito pelo menos 51 mortos e 70 feridos, números ainda provisórios que poderão aumentar no decorrer das buscas.
  Para a investigadora, o facto de haver uma sequência de sismos violentos − sendo o do Chile o mais raro, por haver poucos com aquela magnitude − é apenas uma "coincidência" no tempo e no espaço, já que os abalos têm ocorrido sobretudo em zonas povoadas.

  Escalas de milhões de anos
  "Mais de 90 por cento da actividade sísmica situa-se ao longo das cristas oceânicas onde não há estragos", referiu a investigadora, frisando que as zonas de subdução (área onde duas placas tectónicas convergem) estão "sempre" a ser atingidas.
  "Não me parece que haja mais sismos agora do que havia antes, são fenómenos naturais que estão sempre a acontecer", considerou, acrescentando que o facto de se viver numa era global contribui para que estes acontecimentos sejam mais falados.
  "Não há um motivo científico para explicar um maior número de sismos, até porque as escalas geológicas têm por referência períodos de milhões de anos", disse a investigadora, frisando não haver "motivo para alarme".”

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40396&op=all

  Reflexão:
  Apesar da ocorrência de vários sismos com grande magnitude não há qualquer fenómeno associado a esta situação. É apenas uma coincidência, tal como diz a notícia.
  Há ocorrência de sismos todos os dias, nas zonas das cristas oceânicas, principalmente, não portanto razão para alarme. Apenas é uma coincidência ter acontecido vários sismos próximos, em locais povoados. Se tivessem ocorrido em zonas inóspitas, não haveria metade dos estragos.
Por: Ana Pires

[NOTÍCIA] "Medusa biologicamente imortal"

Turritopsis nutricula consegue rejuvenescer-se em ciclos aparentemente infinitos

  A maior parte das medusas normalmente morre após o estágio reprodutivo, mas aTurritopsis nutriculareverte para um estágio sexualmente imaturo depois de atingir a idade adulta e é capaz de rejuvenescer-se.
  A criatura de quatro a cinco milímetros é tecnicamente conhecida como um hidrozoário e é o único animal conhecido com capacidade de reverter ao seu estado pólipo juvenil. Teoricamente, este ciclo pode repetir-se indefinidamente, tornando-a potencialmente imortal.
  Encontrada nas águas quentes de climas tropicais, acredita-se que a Turritopsis possa estar espalhada pelo mundo. Embora solitárias, estas medusas são criaturas predadoras e assexuadas a partir do estado maduro.
Esta medusa e a reversão do seu processo de envelhecimento é agora foco de pesquisa de biólogos marinhos e geneticistas, de modo a tentar perceber o processo de transformação de um tipo de células noutro.
  Há também muitos interessados em saber como é que se processa este ciclo, talvez na tentativa de encontrar um elixir da juventude. A mudança de procedimento das células é normalmente observada em casos de regeneração de órgão. Contudo, isto parece ocorrer no ciclo normal de vida e em todo o organismo da Turritopsis.”

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40528&op=all

  Reflexão:
  Este animal veio acrescentar mais uma surpresa para os homens. Quando se debate tanto sobre a beleza, sobre o sermos belos e jovens, nunca envelhecer, eis que sabemos que há pelo menos um ser vivo que é imortal. Vem adicionar mais um “porquê?” à ciência e apimentar mais a curiosidade do mundo científico, perante estes animais. Como classificar um ser vivo que nunca morre?

Por: Ana Pires

[NOTÍCIA] "Pais super-protectores podem levar a doença neurocerebral"

Pais super-protectores podem inibir mais que a liberdade dos seus filhos.
Um estudo revela que a constante atenção e limitação pode levar a que desenvolvam lentamente uma área do cérebro responsável por doenças mentais.
Crianças que sejam demasiado protegidas ou negligenciadas pelos pais são susceptíveis de desenvolverem problemas de ordem psiquiátrica – associados a um defeito no córtex pré-frontal.


  Para o estudo, Kosuke Narita, da Universidade de Gunma (Japão), testou o cérebro de 50 voluntários por ressonância magnética (scanner) e, ao mesmo tempo, pedia-lhes para responderem a um inquérito sobre as suas relação com os progenitores durante os primeiros 16 anos de vida.
  O questionário utilizado para o trabalho de investigação é internacionalmente reconhecido como meio de medição de relações entre pais e filhos – chamado de Parental Bonding Instrument (Instrumento de ligação parental). O objectivo é avaliar os progenitores através de afirmações como: “Não me querem deixar crescer”, “Controlam tudo aquilo que faço” e “Tentam fazer com que dependa dele/dela para tudo”.
  A equipa de investigação de Narita descobriu que aqueles que tinham este tipo de pais mostravam menos matéria cinzenta numa determinada área do córtex pré-frontal do que os que tinham relações familiares saudáveis. A negligência por parte do pai também está ligada a essa zona do cérebro.

  Anomalias
  Esta área específica do córtex cerebral desenvolve-se durante a infância, e apenas se costumam verificar anomalias em pessoas que sofram de esquizofrenia ou outras doenças do foro psiquiátrico. Segundo Kosuke Narita, o excesso de stress que a hormona cortisol emana, devido à negligência ou ao excesso de atenção, reduz a produção de dopamina e como resultado vai atrofiando o crescimento da massa cinzenta.
  Contudo, investigadores australianos, embora não refutem de toda a teoria de Narita, consideram que há outros factores muito mais importantes. Anthony Harris, director da Unidade de Desordem Clínica, do Hospital de Westmead, em Sydney (Australia), consente que o estudo japonês seja grande utilidade, mas acrescenta que as diferenças no cérebro não são permanentes e podem modificar com o tempo.”

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40567&op=all

  Reflexão:
  Já se sabia que pais demasiado protectores criam filhos excessivamente medrosos e pouco autónomos. Agora, um estudo japonês veio, de certa forma, confirmar o que já se suponha saber: crianças demasiado protegidas, passando pelas as negligenciadas têm menos massa cinzenta, numa determinada zona do córtex pré-frontal. Isto deve-se ao excesso de stress que a hormona cortisal emana, reduzindo a produção de dopamina, o que leva ao desenvolvimento de doenças mentais.
  Por outro lado, temos investigadores Australianos a dizerem que a teoria apresentada não está totalmente correcta. Faltam aspectos importantes que podem levar ao desenvolvimento destas doenças. Além disso, estas diferenças no cérebro podem ser modificadas ao longo do tempo e não são permanentes.

Por: Ana Pires

domingo, 14 de março de 2010

[NOTÍCIA] Tempestade na Praia do Guincho

  Os ventos ciclónicos que atingiram os 140 quilómetros por hora no passado sábado, 27 de Fevereiro, e a agitação do mar transformaram a praia do Guincho, em Cascais. No lugar do areal raso até ao mar há agora uma autêntica falésia de areia. (Isabel Nery)
Fonte: 04 de Março de 2010, http://aeiou.visao.pt/fotos-tempestade-altera-praia-do-guincho=f550575
 
  Reflexão:
  Acho que as imagens mostram bem a força da Natureza. As modificações que ela faz em si mesma.

"É triste pensar que a natureza fala e que o ser humano não a ouve." Anónimo.
  O que posso concluir? Todas estas catástrofes que têm assolado o nosso Planeta são fruto das acções humanas, são gritos da Natureza, dessa Natureza viva que todos os dias desprezamos. Esta na hora de nos ouvir-mos mutuamente.
Por: Dulce Teixeira, ao serviço do planeta.

[VÍDEO] Campanha Publicitária WWF - Brasil 2007



  Acho que este video mostra em animação aquilo que se passa realmente no mundo actual. Mostra as consequências da acção de um simples ser Humano, ser pensante que para seu beneficio destrói o que o planeta lhe proporciona. Tem uma mensagem muito clara : conserve o planeta, ou o que resta dele.
Por: Dulce Teixeira, ao serviço do planeta.

sábado, 13 de março de 2010

Geologia

  Começámos, neste segundo período, com a componente de Geologia.
  Nesta parte, do nosso ano lectivo, vamos compreender a importância da Geologia para o nosso quotidiano.
  Abordando 3 temas importantes:
          1- Ocupação antrópica e problemas de ordenamento;
          2- Processos e materiais geológicos importantes em ambientes terrestres;
          3- Recursos geológicos – exploração sustentada.
  É essencial compreender como o ser humano interfere no seu ecossistema e o que pode fazer para não o degradar mais.
  Uma vez que a Terra nos fornece os meios necessários, para a nossa sobrevivência, é da nossa responsabilidade procedermos de forma coerente para conhecermos melhor o nosso planeta e podermos deixar esse legado aos nossos descendentes.
  Durante o restante ano lectivo iremos lidar com a formação de rochas, sedimentares, magmáticas e metamórficas. É fundamental compreender os processos que formam o nosso ambiente e perceber todas as alterações que o levam a mudar. Deste modo podemos entender a dinâmica da nossa “casa”.
  No decorrer do nosso estudo podemos também realizar diversas actividades experimentais para que nos seja possível visualizar minerais e rochas.
  A Geologia pode ainda ser fundamental para compreender o passado da Terra e descobrir novos seres vivos que existiram há milhões de anos. Para além de tudo isto, podemos ainda, descobrir vestígios de civilizações antigas sendo possível, através da Geologia, encontrar os nossos antepassados.
  Com força e dedicação vamos por mãos à obra, pois o conhecimento espera-nos!

Fonte (imagens):
http://origins.swau.edu/papers/relevo-japan.jpg
http://www.cfh.ufsc.br/~liop/informe-se/cursos%20superiores/geologia.gif
http://www.geopor.pt/gne/campo/pnpg/paragem7.jpg


Por: Diana Peixoto

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

[NOTÍCIA] Descoberto animal que faz fotossíntese (imagem)

  Olá!

  Enquanto navegava pela web encontrei mais uma foto sobre o animal que consegue fazer a fotossíntese e essa foto está aqui:


Por: Fábio Costa.